Fundação Cecierj não para – por Simone da Cruz

De suas casas, os servidores da Fundação continuam em plena atividade para oferecer educação superior gratuita e de qualidade; divulgação científica e formação continuada de professores do Ensino Fundamental, Médio e Superior para todo o conjunto da comunidade fluminense.

Queremos a manutenção do isolamento social em defesa da vida e, por isso, mostramos que o home office garante um pleno funcionamento das atividades da Fundação.

Confira o depoimento de Simone da Cruz Correa de Souza, bibliotecária da Fundação Cecierj:

“Desde o dia 17 de março estou trabalhando no sistema de home office. Na primeira semana achei que não iria me adaptar, por estar trabalhando no ambiente residencial, onde outras distrações poderiam tomar minha atenção; contudo me adaptei rapidamente a esse novo formato de trabalho.
Primeiro, montei uma rotina de trabalho e organizei-me para acordar todos os dias à mesma hora. Estipulei a sala e o quarto para o meu local de trabalho. Na maioria das vezes fico na sala, só quando tenho reunião é que utilizo o quarto.

Não tenho filho ainda, e meu marido trabalha no escritório que temos em casa. Assim consigo ter mais concentração concentração do que no trabalho presencial. Arrisco até a dizer que estou conseguindo render mais no home office. Além disso, para facilitar os serviços e tarefas que eu desempenho, tive que aprender a dominar ferramentas e programas, como por exemplo: Google Meet, OneDrive e SEI.

Nesses quatro meses de trabalho em home office, elaborei termo de referência para compra de livros; fiz pesquisa bibliográfica; conferi inventários dos polos; anexei documentos no SEI, no processo de manutenção do Pergamum; conferi documentos; corrigi registros de livros no software da biblioteca Pergamum; participei de videoconferências; pesquisei livros da bibliografia básica dos cursos das Fundação na Biblioteca Virtual Minha Biblioteca, entre outras atividades.

Pelo menos para mim, a experiência de trabalho em home office esta sendo muito positiva e favorável quanto ao rendimento do trabalho, à economia financeira e de prevenção da saúde em relação ao momento que estamos vivendo. Tendo em vista que moro em Niterói e não recebo vale transporte, para chegar ao trabalho, geralmente pego duas ou três conduções. Além de economizar financeiramente, não perco em tempo de deslocamento até o serviço.”

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